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Histórias da Navegação · @historias.da.navegacao

Os portugueses no Extremo Oriente (1511–1640)

Período
1511 – 1591
Onde
Malaca, Mar do Sul da China, China, Rio das Pérolas, Cantão, Sião, Mar da China Oriental, Japão, Tanegashima, Macau, Nagasaki, Goa, mar da China, mar da China Oriental, Cabo da Boa Esperança, Lisboa, Madri, Roma, Kyoto
Quem
Afonso de Albuquerque, Jorge Álvares, Rafael Perestrelo, Fernão Peres de Andrade, Tomé Pires, Simão de Andrade, Imperador Zhengde, Wang Hong, António da Mota, Francisco Zeimoto, Tanegashima Tokitaka, Fernão Mendes Pinto, Francisco Xavier, Anjirō, Leonel de Sousa, Ōmura Sumitada, Inácio de Lima, André Pessoa, Arima Harunobu, Tokugawa Ieyasu, Mancio Itō, Miguel Chijiwa, Martinho Hara, Julião Nakaura, Alessandro Valignano, Filipe II, Gregório XIII, Sisto V, Toyotomi Hideyoshi

Parte 1: 1ª parte · Malaca e o padrão de Tamão · 1511–1516

  1. 1511 · Estreito de MalacaUma armada de Afonso de Albuquerque, com cerca de 18 navios vindos da Índia, entra no estreito de Malaca, a passagem entre o oceano Índico e o mar da China.
  2. Julho de 1511 · MalacaA armada chega a Malaca, o porto mais rico do Sudeste Asiático, onde se cruzavam mercadores da Índia, de Java e da China.
  3. Agosto de 1511 · a conquistaDepois de semanas de combate, os portugueses tomam a cidade, e o sultão foge. Portugal passa a controlar a porta do mar da China.
  4. 1513 · MalacaNa monção de 1513, os juncos chineses voltam a Malaca. Jorge Álvares, escrivão de um junco carregado de pimenta, embarca com eles rumo à China.
  5. 1513 · Mar do Sul da ChinaÉ a primeira viagem de um português à China. Os juncos levam pimenta e voltam com porcelana e seda de Cantão.
  6. 1513 · TamãoJorge Álvares chega à ilha de Tamão, na foz do rio das Pérolas: é o primeiro português na China. Ali ergue um padrão com as armas de Portugal.
  7. 1513 · TamãoSegundo a tradição, enterra ali um filho, que morreu na viagem. Volta a Malaca com mercadorias e notícias dos portos da China.
  8. 1516 · CantãoTrês anos depois, o italiano Rafael Perestrelo vai até Cantão a serviço de Portugal. Volta com lucro e a notícia de que os chineses querem paz.
  9. 1516–1521 · epílogoO rei D. Manuel decide mandar uma embaixada ao imperador da China. Jorge Álvares voltaria a Tamão e morreria ali em 1521.

Parte 2: 2ª parte · a embaixada de Tomé Pires · 1517–1521

  1. 1517 · MalacaO rei D. Manuel quer relações com o imperador da China. A armada de Fernão Peres de Andrade parte levando o embaixador Tomé Pires, autor da Suma Oriental.
  2. 1517 · Mar do Sul da ChinaOs mandarins da dinastia Ming nunca tinham ouvido falar de Portugal. Nos registros chineses, os portugueses viram os Folangji, os 'francos'.
  3. Agosto de 1517 · TamãoA armada chega à ilha de Tamão, na foz do rio das Pérolas, o mesmo lugar onde Jorge Álvares tinha erguido o seu padrão quatro anos antes.
  4. Setembro de 1517 · CantãoOs navios sobem o rio até Cantão sem autorização e disparam salvas de artilharia, o que ofende os chineses. Tomé Pires desembarca com presentes para o imperador.
  5. 1518–1519 · TamãoFernão volta a Malaca em 1518. No ano seguinte chega o irmão, Simão de Andrade, que ergue um forte em Tamão, se recusa a pagar taxas e compra crianças chinesas.
  6. 1520–1521 · PequimDepois de anos de espera, Pires chega a Pequim. O imperador não o recebe: Portugal não se dizia vassalo da China e tinha tomado Malaca, um reino aliado.
  7. 1521 · TamãoEm abril de 1521, o imperador Zhengde morre. A embaixada é expulsa, e Cantão manda os portugueses irem embora. Eles se recusam.
  8. 1521 · TunmenA frota Ming de Wang Hong cerca os navios portugueses e afunda dois. Em setembro, um ataque com barcos em chamas força os outros a fugir.
  9. 1521 · o fim da embaixadaPires e seus companheiros são presos em Cantão e morrem no cativeiro. A data da morte de Pires é incerta. Em 1522, outra armada portuguesa também é derrotada.

Parte 3: 3ª parte · Tanegashima e as espingardas · 1543

  1. 1543 · SiãoUm junco chinês deixa o Sião, a atual Tailândia, rumo ao porto chinês de Ningbo. Entre os mercadores a bordo, viajam alguns portugueses.
  2. 1543 · Mar do Sul da ChinaA China dos Ming tinha proibido o comércio com estrangeiros. Por isso, os portugueses negociavam às escondidas, em juncos de mercadores chineses.
  3. 1543 · Mar da China OrientalPerto do destino, uma tempestade arrasta o junco para o leste, para longe da costa da China, em direção a ilhas desconhecidas.
  4. Setembro de 1543 · TanegashimaO junco chega a uma enseada da ilha de Tanegashima, no sul do Japão. Os portugueses são os primeiros europeus a pisar no Japão.
  5. 1543 · TanegashimaNinguém fala a mesma língua. A conversa é feita por escrito, com um chinês do junco, e os japoneses descobrem quem são os estranhos.
  6. 1543 · as espingardasO senhor da ilha, Tanegashima Tokitaka, vê os portugueses atirarem com espingardas. Compra duas, por um preço altíssimo, e manda os ferreiros copiá-las.
  7. Depois de 1543 · a tanegashimaAs cópias se espalham pelo Japão com o nome da ilha: tanegashima. Em poucas décadas, as armas de fogo mudam a guerra entre os senhores japoneses.
  8. 1543 · quem estava láAs fontes citam António da Mota e Francisco Zeimoto. Fernão Mendes Pinto diz que também estava lá, mas os historiadores duvidam.

Parte 4: 4ª parte · Xavier, Macau e Nagasaki · 1549–1639

  1. 1549 · MalacaO jesuíta Francisco Xavier embarca num junco chinês rumo ao Japão. Leva Anjirō, um japonês que conhecera em Malaca e que se tornara cristão.
  2. 1549 · Mar do Sul da ChinaSeis anos depois de Tanegashima, os mercadores portugueses já iam ao Japão todo ano, levando seda da China. Os missionários vão junto.
  3. 15 de agosto de 1549 · KagoshimaXavier desembarca em Kagoshima, a terra de Anjirō. É o começo das missões cristãs no Japão.
  4. 1549–1551 · JapãoXavier passa mais de dois anos no Japão e deixa o país em novembro de 1551. O próximo sonho dele é levar a missão à China, fechada aos estrangeiros.
  5. Dezembro de 1552 · SanchoãoNa ilha de Sanchoão, perto de Cantão, Xavier espera um junco que o leve para dentro da China. Adoece e morre ali, em dezembro de 1552.
  6. 1554 · CantãoEm 1554, o capitão Leonel de Sousa faz um acordo com as autoridades de Cantão: os portugueses podem comerciar, desde que paguem as taxas.
  7. 1557 · MacauPor volta de 1557, os portugueses erguem casas em Macau. A cidade vira a ponte entre a China e o Japão e ficaria com Portugal até 1999.
  8. 1571 · NagasakiCom o apoio de Ōmura Sumitada, o primeiro senhor japonês batizado, os jesuítas fundam Nagasaki. Ali chega todo ano a nau do trato, vinda de Macau.
  9. 1571–1639 · epílogoO comércio dura quase um século. Em 1639, o xogunato Tokugawa expulsa os portugueses e fecha o Japão aos europeus.

Parte 5: 5ª parte · a viagem do Japão · 1550–1582

  1. 1550 · GoaA coroa portuguesa faz do comércio com o Japão um monopólio. Todo ano, o rei concede a viagem do Japão a um fidalgo, que ganha o título de capitão-mor.
  2. Os navios negrosAs naus eram enormes para a época, feitas na Índia com madeira de teca. Os japoneses as chamavam kurofune, os navios negros, por causa do casco escuro.
  3. MalacaSaindo de Goa, a nau passa por Malaca, a porta do mar da China, e segue para o norte, rumo a Macau, carregada de mercadorias da Índia e da Europa.
  4. MacauEm Macau, onde os portugueses se instalaram em 1557, o capitão-mor carrega a nau com seda chinesa, a mercadoria mais desejada no Japão.
  5. Rumo ao JapãoCarregada de seda, ouro e porcelana chinesa, a nau deixa Macau e cruza o mar da China Oriental rumo ao sul do Japão.
  6. 1571 · NagasakiA partir de 1571, o porto final é Nagasaki, aberto pelo daimiô cristão Ōmura Sumitada. Em 1580, ele entrega a cidade aos jesuítas.
  7. Seda por prataNo Japão, a seda chinesa é trocada por prata japonesa. Esse comércio sustentou Macau e as missões jesuítas no Japão por quase um século.
  8. A voltaDepois de alguns meses em Nagasaki, com a monção de inverno, a nau volta a Macau carregada de prata, e dali segue para a Índia.
  9. 20 de fevereiro de 1582Nesse dia, a nau do capitão-mor Inácio de Lima deixou Nagasaki levando quatro jovens japoneses enviados ao papa. A história deles está nas partes 7 e 8.
  10. Continua na parte 6Por quase um século, a nau do trato ligou Macau a Nagasaki. Na parte 6: o naufrágio de 1610 e o fim da rota, em 1639.

Parte 6: 6ª parte · o naufrágio e o fim · 1608–1640

  1. 1608 · MacauEm Macau, uma briga com marinheiros de um navio do daimiô Arima Harunobu termina com dezenas de japoneses mortos. A repressão é comandada pelo capitão-mor André Pessoa.
  2. Junho de 1609 · NagasakiNo ano seguinte, Pessoa chega a Nagasaki com a nau do trato Nossa Senhora da Graça, também chamada Madre de Deus, carregada de seda.
  3. A ordem de IeyasuArima Harunobu leva a queixa a Tokugawa Ieyasu. O xogum acaba mandando prender Pessoa, vivo ou morto.
  4. 3 de janeiro de 1610Os samurais de Arima atacam a nau à noite, em barcos. Sem vento para fugir, Pessoa resiste por três dias e três noites, rebocando a nau pela baía.
  5. 6 de janeiro de 1610No último ataque, a nau pega fogo. Para não ser capturado, Pessoa explode o paiol de pólvora. A nau afunda na baía de Nagasaki com toda a carga.
  6. 1611 · o comércio voltaO Japão também perde com o fim da seda chinesa. Em 1611, um enviado de Macau é bem recebido, e as viagens são retomadas.
  7. 1614 · a perseguiçãoMas o cristianismo é proibido em todo o Japão. Os missionários são expulsos, as igrejas destruídas, e começa a perseguição aos cristãos japoneses.
  8. 1636 · DejimaOs portugueses passam a viver confinados em Dejima, uma ilha artificial construída no porto de Nagasaki para isolá-los da cidade.
  9. 1639 · o fimDepois da revolta cristã de Shimabara, o xogunato proíbe a vinda de navios portugueses. As galeotas voltam a Macau com a notícia.
  10. 1640 · a última viagemDesesperada, Macau envia uma embaixada a Nagasaki, sem nenhuma mercadoria, para pedir a reabertura do comércio.
  11. Agosto de 1640Os enviados são presos e condenados. 61 homens são decapitados em Nagasaki. Só 13 são mandados de volta a Macau, para contar o que aconteceu.
  12. O fim da rotaEra o fim de quase um século de viagens entre Macau e Nagasaki. No Japão, só holandeses e chineses continuariam a comerciar.

Parte 7: 7ª parte · de Nagasaki a Roma · 1582–1585

  1. 20 de fevereiro de 1582 · NagasakiQuatro rapazes japoneses de 13 ou 14 anos embarcam na nau do trato rumo à Europa, como enviados dos daimiôs cristãos de Kyushu ao rei de Espanha e ao papa.
  2. Os quatroSão Mancio Itō, Miguel Chijiwa, Martinho Hara e Julião Nakaura. A ideia é do jesuíta Alessandro Valignano, que viaja com eles.
  3. 1582 · MacauA primeira escala é Macau. Valignano quer mostrar à Europa os cristãos do Japão, e aos japoneses o poder da Europa católica.
  4. Malaca e CochimDepois de Malaca, a nau contorna o sul da Índia até Cochim e Goa, a capital portuguesa no Oriente.
  5. 1583 · GoaEm Goa, Valignano é nomeado provincial da Índia e não segue viagem. Os rapazes continuam com o padre Nuno Rodrigues e o intérprete Diogo de Mesquita.
  6. Pelo CaboA nau atravessa o oceano Índico, dobra o Cabo da Boa Esperança e sobe o Atlântico rumo a Portugal.
  7. Agosto de 1584 · LisboaDois anos e meio depois de sair de Nagasaki, os quatro desembarcam em Lisboa. Dali seguem por terra, de cidade em cidade, rumo a Madri e Roma.
  8. 1584 · MadriEm Madri, o rei Filipe II, que também era rei de Portugal, recebe os enviados japoneses na corte.
  9. 23 de março de 1585 · RomaNo Vaticano, o papa Gregório XIII recebe os quatro numa sessão solene e os abraça. Roma inteira quer ver os enviados do Japão.
  10. Sisto VSemanas depois, Gregório XIII morre, e os rapazes são recebidos também pelo novo papa, Sisto V. A volta para casa está na parte 8.

Parte 8: 8ª parte · a volta ao Japão · 1586–1591

  1. Abril de 1586 · LisboaDepois de quase dois anos na Europa, os quatro embarcam em Lisboa de volta para o Japão. Levam presentes, livros e uma prensa de tipos móveis.
  2. De novo pelo CaboA nau desce o Atlântico, dobra outra vez o Cabo da Boa Esperança e sobe a costa da África rumo à Índia.
  3. Maio de 1587 · GoaEm Goa, os rapazes reencontram Valignano, que decide voltar com eles ao Japão.
  4. Julho de 1587 · o éditoNo Japão, enquanto isso, Toyotomi Hideyoshi manda expulsar os missionários cristãos. A volta dos enviados fica incerta.
  5. Agosto de 1588 · MacauO grupo chega a Macau e fica preso ali por quase dois anos, à espera de uma permissão de Hideyoshi para entrar no Japão.
  6. 1590 · o livro da viagemEm Macau, a prensa trazida da Europa imprime em 1590 o De Missione, o livro que conta a viagem dos quatro pela Europa.
  7. Julho de 1590 · NagasakiOito anos e meio depois de partir, os quatro voltam a Nagasaki. Saíram meninos de 13 ou 14 anos e voltam homens de 21 ou 22.
  8. Março de 1591 · KyotoHideyoshi recebe Valignano e os quatro no palácio de Jurakudai, em Kyoto. O Japão que eles encontram já é outro, hostil aos cristãos.
  9. O destino dos quatroMiguel Chijiwa deixa os jesuítas. Julião Nakaura fica, e morre mártir em Nagasaki em 1633, durante a perseguição aos cristãos japoneses.

Onde as fontes não concordam

  • Armada de Albuquerque, cerca de 18 navios, chega a Malaca em julho de 1511. O número de navios varia entre 17 e 19 conforme a fonte; o texto diz 'cerca de 18'. Chegada em 1º de julho (Wikipédia).
  • Conquista de Malaca em agosto de 1511; o sultão foge. Dia: 15 (Wikipédia) ou 24 de agosto (outras fontes). O texto diz só 'agosto'.
  • Chegada a Tamão em 1513, primeiro português na China, padrão com as armas de Portugal. Barata: junho de 1513; outras fontes: junho ou julho. O rótulo usa só o ano.
  • Rafael Perestrelo em Cantão, volta com lucro e notícia de que os chineses queriam paz. Ano: 1516 (Barata, Wikipédia) ou 1515 (Marinha).
  • Chegada a Tamão em 15 de agosto de 1517. A Wikipédia (Tunmen) põe a chegada à foz do rio em junho de 1517. O texto segue Barata e a Marinha: agosto.
  • Pires em Pequim; recusa por Portugal não ser vassalo e pela tomada de Malaca. Chegada a Pequim: fevereiro de 1521 (Barata) ou 1520 (China Project, Wikipédia). O rótulo diz 1520–1521.
  • Batalha de Tunmen: frota de Wang Hong afunda dois navios; ataque com fogo em setembro; fuga. Início: abril/maio (China Project) ou junho (Wikipédia). Comandante português: Diogo Calvo. O texto não dá o dia.
  • Pires preso em Cantão e morto no cativeiro, data incerta; derrota de 1522. Morte de Pires: 1524 ou 1540, conforme a fonte. O texto diz 'data incerta'.
  • Chegada em 1543, 25º dia do 8º mês de Tenbun 12 (23 de setembro de 1543). A data vem do Teppōki (1606). Há autores que propõem 1542 ou 1544; 1543 é a data mais aceita.
  • Nomes: António da Mota e Francisco Zeimoto; reivindicação de Fernão Mendes Pinto. António Peixoto também é citado (EVE), sem prova de que desembarcou. O texto cita só os dois mais aceitos.
  • Xavier parte de Malaca num junco chinês em 1549, com Anjirō. A saída de Malaca é dada como fim de junho de 1549; uma fonte fala em abril (saída de Goa). O texto diz só 1549.
  • Morte em Sanchoão em dezembro de 1552. Dia: 2 ou 3 de dezembro, conforme a fonte. O texto diz 'dezembro de 1552'.
  • Acordo de Leonel de Sousa com Cantão em 1554. Uma fonte chinesa dá 1553. O texto segue Barata: 1554.
  • Assentamento em Macau por volta de 1557; Macau portuguesa até 1999. Registros chineses: entrada em 1553; fontes portuguesas: casas em 1557. O texto diz 'por volta de 1557'.
  • A partir de 1550, a coroa controla o comércio com o Japão; todo ano concede a viagem a um fidalgo com o título de capitão-mor. 1550 na Wikipédia; outras fontes dão 1555 como início do controle régio. O CAPASIA confirma o capitão escolhido todo ano pelo vice-rei em Goa.
  • 1608, Macau: briga com marinheiros do navio de Arima Harunobu, dezenas de japoneses mortos; repressão de André Pessoa. Data: 30/11/1608 (Wikipédia). Mortos: de 27 a 50 conforme a fonte; o texto diz 'dezenas'.
  • Agosto de 1584: chegada a Lisboa, dois anos e meio depois. 10/8 (Nippon.com, itinerário da Wikipédia) ou 11/8 (Ricci, texto da Wikipédia). O texto diz 'agosto'.
  • Abril de 1586: partida de Lisboa de volta ao Japão. 13/4/1586 (Ricci) ou 8/4/1586 (Wikipédia). O texto diz 'abril'.
  • Julho de 1590: volta a Nagasaki; tinham 13 ou 14 anos na partida. Dia: 18, 21 ou 22 de julho (Boxer); 21/7 na Ricci e na Wikipédia. O texto diz 'julho'.

Fontes

  • Dos primeiros contactos luso-chineses à presença portuguesa em Macau (Revista de Cultura 72, 2023), com fontes portuguesas e chinesas (Wu Zhiliang). Aureliano Barata, Instituto Cultural de Macau. https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/pdfViewerParts/40072/4224
  • Revista de Cultura (artigo sobre Jorge Álvares e Tamão). Instituto Cultural de Macau. https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/20003/775
  • The First Contacts (Revista de Cultura). Instituto Cultural de Macau. https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/20007/0
  • 505 anos da chegada à China de Fernão Peres de Andrade. Marinha Portuguesa (Biblioteca Central). https://cultura.marinha.pt/pt/biblioteca_web/multimedia_web/Paginas/505-anos-da-chegada-china-de-fernao-peres-andrade.aspx
  • Jorge Álvares. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Jorge_%C3%81lvares
  • Capture of Malacca (1511). Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Capture_of_Malacca_(1511)
  • Rafael Perestrello. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Rafael_Perestrello
  • Battle of Tunmen: The first clash between China and Europe (com base em Tonio Andrade, The Gunpowder Age). The China Project. https://thechinaproject.com/2023/05/10/battle-of-tunmen-the-first-clash-between-china-and-europe/
  • Documental Anthology: carta de Cristóvão Vieira, preso em Cantão (Revista de Cultura). Instituto Cultural de Macau. https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/20032/1244
  • Tomé Pires. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A9_Pires
  • Battle of Tunmen. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Tunmen
  • Europeans Begin Trade with Japan (Research Starters). EBSCO. https://www.ebsco.com/research-starters/history/europeans-begin-trade-japan
  • Chegada dos portugueses ao Japão (verbete, com base em Galvão, Couto, Mendes Pinto e no Teppōki). Enciclopédia Virtual da Expansão Portuguesa, CHAM, FCSH/Universidade NOVA de Lisboa. https://eve.fcsh.unl.pt/en/node/5200
  • Japan–Portugal: 480 years of friendship. Portuguese.asia. https://portuguese.asia/post/japan-portugal-480-years-of-friendship
  • The Longue Durée of the Arrival of the Portuguese and Firearms in Japan (Memoirs of the Research Department 60), com o texto do Teppōki. Murai Shōsuke, Toyo Bunko. https://toyo-bunko.repo.nii.ac.jp/record/3202/files/memoirs60_02.pdf
  • Japan–Portugal relations. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Japan%E2%80%93Portugal_relations
  • Tanegashima (gun). Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Tanegashima_(gun)
  • St. Francis Xavier (Catholic Encyclopedia, 1909). Catholic Encyclopedia / Ökumenisches Heiligenlexikon. https://heiligenlexikon.de/CatholicEncyclopedia/Franz_Xaver.html
  • A Tale of Two Cities: Nagasaki and Its Founding (Bulletin of Portuguese-Japanese Studies). Reinier H. Hesselink, CHAM, Universidade NOVA de Lisboa. https://cham.fcsh.unl.pt/bpjs/files/02_Hesselink.pdf
  • Xavier, Francis (Japan Past and Present). University of Pittsburgh. https://japanpitt.pitt.edu/taxonomy/term/2501
  • Portuguese Nagasaki. World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/Portuguese_Nagasaki/
  • Anjirō. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Anjir%C5%8D
  • Portuguese Macau. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Portuguese_Macau
  • Nagasaki (história). Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Nagasaki
  • The Christian Century in Japan, 1549–1650 (1951). C. R. Boxer, University of California Press (Internet Archive). https://archive.org/details/THECHRISTIANCENTURYINJAPAN15491650CRBOXER
  • The Great Ship from Amacon: Annals of Macao and the Old Japan Trade, 1555–1640 (1959). C. R. Boxer (Internet Archive). https://archive.org/details/dli.ernet.448023
  • The Portuguese "Carreira do Japão". Projeto CAPASIA (European Research Council). https://capasia.eu/carreira-do-japao
  • Chronology of Christianity in Japan Centered on Nagasaki. Agência de Turismo do Japão / MLIT (base de textos multilíngues). https://www.mlit.go.jp/tagengo-db/common/001561252.pdf
  • Japanese Travellers in Sixteenth-Century Europe (De Missione, trad. J. F. Moran), registro de catálogo. Ricci Institute Library, Boston College. https://web.bc.edu/ricci/indexAuthor.php?id=17600
  • Nagasaki Portuguesa. Mark Cartwright, World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-19897/nagasaki-portuguesa/
  • Nanban trade. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Nanban_trade
  • Tenshō embassy. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Tensh%C5%8D_embassy
  • 1640 Macau embassy to Nagasaki. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/1640_Macau_embassy_to_Nagasaki
  • Nossa Senhora da Graça incident. Wikipedia (en). https://en.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Gra%C3%A7a_incident
  • Acta consistorii publice exhibiti a S. D. N. Gregorio Papa XIII regum Iaponiorum legatis (Roma, 1585), registro do impresso. Douglas Stewart Fine Books. https://douglasstewart.com.au/product/tensho-embassy-acta-consistorii-publice-exhibiti-a-s-d-n-gregorio-papa-xiii-regum-iaponiorum-legatis-romae/
  • Early Christianity in Japan: retracing the life of sixteenth-century emissary to Rome Chijiwa Miguel. Nippon.com. https://www.nippon.com/en/japan-topics/c12908/early-christianity-in-japan-retracing-the-life-of-sixteenth-century-emissary-to-rome-chiji.html

Mapas: relevo e costas do Natural Earth (domínio público); rotas e datas aproximadas.